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Aniquilação da vida selvagem ameaça a civilização.

  • 9 de nov. de 2018
  • 2 min de leitura

O World Wildlife Fund publicou o Living Planet report de 2018, a publicação estuda sobre a biodiversidade global e sobre o planeta e a qualidade de vida, no qual foram encontrados dados alarmantes: 60% dos mamíferos, pássaros, peixes e repteis estão em extinção desde 1970; a descoberta desses números trouxe a tona que a aniquilação da vida selvagem pode afetar, também, a civilização.


Além disso, a vida marinha de água doce decaiu em 83% e a América do Sul e a América Central tiveram suas espécies nativas decaindo em população por cerca de 89% desde 1970 devido às queimadas e desflorestamento. 90% das 186 espécies de aves marinhas tem plástico em seus estômagos, segundo estudo.


As explicações são muitas, segundo os 59 cientistas de diversas nacionalidades, das quais podem se elucidar: o consumo exagerado e a supressão dos recursos naturais para a manutenção do estilo de vida humano, três quartos de toda a terra disponível do planeta, atualmente, sofre algum tipo de interferência humana, além da poluição - que é o segundo maior motivo do desaparecimento destas espécies. O número de espécies desaparecidas desde 1970, quando comparados à seres humanos, se referiria ao desaparecimento de toda a população da América do Norte, América do Sul, África, Europa, China e Oceania.


Além da perda de biodiversidade, o que por si só é lamentável, trata-se também do direito das civilizações futuras em terem contado com esta vida selvagem, uma vez que se trata de, como um dos cientistas se refere, 'o nosso sistema de apoio". Quando convertidos em valores, os números chegam até 4 mil espécies desaparecidas, algumas espécies, ainda, estão desaparecendo para à extinção devido sua caça predatória - principalmente espécies de peixes.


Não podemos mais ignorar o peso do impacto humano e de suas atividades no meio ambiente, disse Marco Lambertini. O próximo passo? As nações unidas estão se preparando para o encontro na Convenção de Diversidade Biológica, em 2020, quando os novos acordos acerca da proteção da natureza serão firmados. O aprendizado? Apenas com condutas globais e comprometimento das nações o quadro pode ser revertido. Tanya Steele, chefe executiva da WWF, deixou claro "Nós somos a primeira geração a saber que estamos destruindo o planeta e a última que pode fazer algo quanto à isto."


Fonte: https://www.theguardian.com/environment/2018/oct/30/humanity-wiped-out-animals-since-1970-major-report-finds




 
 
 

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